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20/11/2017 | Fonte: Blog de João Alberto

Empresários propõem criar Polo de cerveja artesanal em Pernambuco.

Nada como uma cervejinha no clima pernambucano, né? Seis Punhos, Duvália, Ekaut, Babylon, Debron, Capunga, Manguezal e Estrada. Já somam em oito o número de marcas pernambucanas que conquistaram o consumidor local. Basicamente, a diferença entre uma cerveja artesanal e outra industrializada se divide em três segmentos: ingredientes, produção e possibilidades.

“No quesito ingredientes, cervejas industrializadas levam mais de 50% de cereal não- maltado. A cerveja artesanal, em sua maioria, é puro malte. Quanto à produção, as industrializadas são produzidas em grandes escalas. Enquanto a artesanal é em menor escala. As possibilidades são destacadas porque nas cervejas artesanais há o uso de ingredientes mais diversos, como frutas, pimenta, canela… Isso faz com que os sabores sejam mais diferentes. A gente não vê isso em uma cerveja industrializada”, explica o sommelier de cervejas Mário Melo.

E esse produto vem, de fato, ganhando visibilidade e reconhecimento no mercado brasileiro e pernambucano. No Brasil, a estimativa de quantidade de fábricas de cervejas artesanais era de 500 até o fim de 2017. Hoje, fala-se em 620, segundo o Instituto da Cerveja. Em Pernambuco, o número veio crescendo com o passar dos anos, contando com oito fábricas, instaladas no Recife e em Petrolina.

O estado vem se tornando alvo de investidores, como Dimer & Fialho Consulting, primeira consultoria do país especializada em cerveja artesanal, sob a batuta de Luciano Fialho, Jadir Rocha e Ilceu Dimer. “Falando especificamente de cerveja artesanal, é um estado referência no Nordeste. É o que tem o maior número de cervejaria artesanal e volume de produção. Eu calculo que hoje mais de 100 mil litros de cerveja artesanal são produzidos por mês”, relata Luciano.

A empresa visa um Polo Cervejeiro no estado, trazendo fabricantes de insumos, equipamentos e matéria-prima, já que a produção desses itens é concentrada no Sul e no Sudeste. “Na hora que as cervejarias do Nordeste, especial em Pernambuco, precisam de malte, fermento ou lúpulo, eles importam de lá. Queremos trazer essa facilidade para cá, os fornecedores para a região”, esclarece Luciano Fialho. As expectativas para o mercado cervejeiro em Pernambuco é otimista e o pernambucano tem cada vez mais gosto pelo o que é produzido artesanalmente. Listamos algumas curiosidades sobre cervejas artesanais, com dicas do sommelier pernambucano Mário Melo:

Quais as diferenças entre cerveja artesanal e cerveja industrializada?
O conceito em si de ser artesanal não é unificado. As grandes diferenças que podem ser apontadas são os ingredientes, a produção e das possibilidades. Por exemplo, no quesito ingredientes, cervejas industrializadas levam mais de 50% de cereal não- maltado. A cerveja artesanal, em sua maioria, é puro malte. Quanto à produção, as industrializadas são produzidas em grandes escalas. Enquanto a artesanal é em menor escala. As possibilidades são destacadas porque nas cervejas artesanais há o uso de ingredientes mais diversos, como frutas, pimenta, canela… Isso faz com que os sabores sejam mais diferentes. A gente não vê isso em uma cerveja industrializada.

Continuar lendo no link oficial da matéria: http://www.joaoalberto.com/2017/11/20/empresarios-propoem-criar-polo-de-cerveja-artesanal-em-pernambuco/